Da minha insignificância e pequenez,
filho da pobreza e da Plebe explorada,
atrevo-me a gritar mais uma vez,
que viva,do 25 d'Abril,a Alvorada.
Para ti,Gran Vasco,oh Companheiro
desta mesma Plebe adormecida,
por séculos de ignorância e cativeiro,
p'ra ti,um abraço de gratidão sentida.
Nesta selva de interesses egoístas,
nêste Mundo de pulhas e vigaristas,
em que somos forçados a viver,
Se não estivermos atentos e àlerta,
às tácticas,às armadilhas,p'la certa,
às mãos dos fascistas vamos morrer.
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